http://http://www.scribd.com/doc/6349977/Guia-da-Reforma-Ortografica-da-Lingua-Portuguesa-Saiba-o-que-mudou-na-ortografia-brasileira-Blog-Comunicadores-wwwcomunicadoresinfo
no link acima pode-se ver o guia de reforma ortográfica elaborado pela Michaelis
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.Paulo Freire
É possível descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de brincadeira do que num ano de
conversa.Platão
Educação é aquilo que fica depois que você esquece o que a escola ensinou.Albert Einstein
Educação gera conhecimento, conhecimento gera sabedoria,e, só um povo sábio pode mudar seu destino.Samuel Lima
A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tam pouco a sociedade muda.Paulo
Freire
A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.John Dewey
O que é ensinado em escolas e universidades não representa educação, mas são meios para obtê-la.Ralph Emerson
A educação do homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui.Jean Jacques Rousseau
A educação é uma coisa admirável, mas é bom recordar que nada do que vale a pena saber pode ser ensinado.Oscar Wilde

As teorias desenvolvidas por Emilia Ferreiro e seus colaboradores deixam de fundamentar-se em concepções mecanicistas sobre o processo de alfabetização, para seguir os pressupostos construtivistas/interacionistas de Vygotsky e Piaget. Do ato de ensinar, o processo desloca-se para o ato de aprender por meio da construção de um conhecimento que é realizado pelo educando, que passa a ser visto como um agente e não como um ser passivo que recebe e absorve o que lhe é "ensinado".Na perspectiva dos trabalhos desenvolvidos por Ferreira, os conceitos de prontidão, imaturidade, habilidades motoras e perceptuais, deixam de ter sentido isoladamente como costumam ser trabalhados pelos professores. Estimular aspectos motores, cognitivos e afetivos, são importantes, mas, vinculados ao contexto da realidade sócio-cultural dos alunos.Para Ferreira, "hoje a perspectiva construtivista considera a interação de todos eles, numa visão política, integral, para explicar a aprendizagem". O problema que tanto atormenta os professores que é o dos diferentes níveis em que normalmente os alunos se encontram e vão se desenvolvendo durante o processo de alfabetização, assume importante papel, já que a interação entre eles é fator de suma importância para o desenvolvimento do processo.Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicam as diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos. Segundo Emilia Ferreiro são:
1) Nível Pré-Silábico- não se busca correspondência com o som; as hipóteses das crianças são estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo. A criança tenta nesse nível:
diferenciar entre desenho e escrita
utilizar no mínimo duas ou três letras para poder escrever palavras
reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu contato com as formas gráficas (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar para usar nas suas hipóteses de escrita
percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes
2) Nível Silábico- pode ser dividido entre Silábico e Silábico Alfabético:Silábico- a criança compreende que as diferenças na representação escrita está relacionada com o "som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras.Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.
3)Nível Alfabético- a criança agora entende que:
a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada em unidades menores
a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas
a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras
Smolka1 diz que podemos entender o processo de aquisição da escrita pelas crianças sob diferentes pontos de vista: o ponto de vista mais comum onde a escrita é imutável e deve se seguir o modelo "correto" do adulto; o ponto de vista do trabalho de Emília Ferreiro onde escrita é um objeto de conhecimento, levando em conta as tentativas individuais infantis; e o ponto de vista da interação, o aspecto social da escrita, onde a alfabetização é um processo discursivo. Cabe a nós pedagogos pensar nesses três pontos de vista e construir o nosso.Coloca a autora ainda que para a alfabetização ter sentido, ser um processo interativo, a escola tem que trabalhar com o contexto da criança, com histórias e com intervenções das próprias crianças que podem aglutinar, contrair, "engolir" palavras, desde que essas palavras ou histórias façam algum sentido para elas. Os "erros" das crianças podem ser trabalhados, ao contrário do que a maioria das escolas pensam, esses "erros" demonstram uma construção, e com o tempo vão diminuindo, pois as crianças começam a se preocupar com outras coisas (como ortografia) que não se preocupavam antes, pois estavam apenas descobrindo a escrita.
"Analisar que representações sobre a escrita que o estudante tem é importante para o professor saber como agir", afirma Telma Weisz, consultora do Ministério da Educação e autora de tese de doutorado orientada por Emília Ferreiro. "Não é porque o aluno participa de forma direta da construção do seu conhecimento que o professor não precisa ensiná-lo", ressalta. Ou seja, cabe ao professor organizar atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende. "Apesar de ter proporcionado aos educadores uma nova maneira de analisar a aprendizagem da língua escrita, o trabalho da pesquisadora argentina não dá indicações de como produzir ensino", avisa a educadora Telma. Definitivamente, não existe o "método Emília Ferreiro", com passos predeterminados, como muitos ainda possam pensar. Os professores têm à disposição uma metodologia de ensino da língua escrita coerente com as mudanças apontadas pela psicolinguista, produzida por educadores de vários países."Essa metodologia é estruturada em torno de princípios que organizam a prática do professor", explica Telma. O fato de a criança aprender a ler e escrever lendo e escrevendo, mesmo sem saber fazer isso, é um desses princípios. Nas escolas verdadeiramente construtivistas, os alunos se alfabetizam participando de práticas sociais de leitura e de escrita. A referência de texto para eles não é mais uma cartilha, com frases sem sentido.
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis,dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam,há uma criança que pensa" (Emília Ferreiro)Cremos oportuno lembrar que o construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo se refere ao processo de aprendizagem, que coloca o sujeito da aprendizagem como alguém que conhece e que o conhecimento é algo que se constrói pela ação deste sujeito. Nesse processo de aprendizagem o ambiente também exerce seu papel, pois, o sujeito que conhece faz parte de um determinado ambiente cultural.
Segundo Magda Soares*, a perspectiva construtivista trouxe importantes e diferentes contribuições para a alfabetização:
[...]Alterou profundamente a concepção do processo de construção da representação da língua escrita, pela criança, que deixa de ser considerada como dependente de estímulos externos para aprender o sistema de escrita, concepção presente nos métodos de alfabetização até então em uso, hoje designados tradicionais, e passa a sujeito ativo capaz de progressivamente (re)construir esse sistema de representação, interagindo com a língua escrita em seus usos e práticas sociais, isto é, interagindo com material para ler, não com material artificialmente produzido para aprender a ler; os chamados para a aprendizagem pré- requisitos da escrita, que caracterizam a criança pronta ou madura para ser alfabetizada - pressuposto dos métodos tradicionais de alfabetização - são negados por uma visão interacionista, que rejeita uma ordem hierárquica de habilidades, afirmando que a aprendizagem se dá por uma progressiva construção do conhecimento, na relação da criança com o objeto língua escrita; as dificuldades da criança no processo da construção do sistema de representação que é a língua escrita- consideradas deficiências ou disfunções, na perspectiva dos métodos tradicionais - passam a ser vistas como erros construtivos, resultado de constantes reestruturações
1) Nível Pré-Silábico- não se busca correspondência com o som; as hipóteses das crianças são estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo. A criança tenta nesse nível:
diferenciar entre desenho e escrita
utilizar no mínimo duas ou três letras para poder escrever palavras
reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu contato com as formas gráficas (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar para usar nas suas hipóteses de escrita
percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes
2) Nível Silábico- pode ser dividido entre Silábico e Silábico Alfabético:Silábico- a criança compreende que as diferenças na representação escrita está relacionada com o "som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras.Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.
3)Nível Alfabético- a criança agora entende que:
a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada em unidades menores
a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas
a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras
Smolka1 diz que podemos entender o processo de aquisição da escrita pelas crianças sob diferentes pontos de vista: o ponto de vista mais comum onde a escrita é imutável e deve se seguir o modelo "correto" do adulto; o ponto de vista do trabalho de Emília Ferreiro onde escrita é um objeto de conhecimento, levando em conta as tentativas individuais infantis; e o ponto de vista da interação, o aspecto social da escrita, onde a alfabetização é um processo discursivo. Cabe a nós pedagogos pensar nesses três pontos de vista e construir o nosso.Coloca a autora ainda que para a alfabetização ter sentido, ser um processo interativo, a escola tem que trabalhar com o contexto da criança, com histórias e com intervenções das próprias crianças que podem aglutinar, contrair, "engolir" palavras, desde que essas palavras ou histórias façam algum sentido para elas. Os "erros" das crianças podem ser trabalhados, ao contrário do que a maioria das escolas pensam, esses "erros" demonstram uma construção, e com o tempo vão diminuindo, pois as crianças começam a se preocupar com outras coisas (como ortografia) que não se preocupavam antes, pois estavam apenas descobrindo a escrita.
"Analisar que representações sobre a escrita que o estudante tem é importante para o professor saber como agir", afirma Telma Weisz, consultora do Ministério da Educação e autora de tese de doutorado orientada por Emília Ferreiro. "Não é porque o aluno participa de forma direta da construção do seu conhecimento que o professor não precisa ensiná-lo", ressalta. Ou seja, cabe ao professor organizar atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende. "Apesar de ter proporcionado aos educadores uma nova maneira de analisar a aprendizagem da língua escrita, o trabalho da pesquisadora argentina não dá indicações de como produzir ensino", avisa a educadora Telma. Definitivamente, não existe o "método Emília Ferreiro", com passos predeterminados, como muitos ainda possam pensar. Os professores têm à disposição uma metodologia de ensino da língua escrita coerente com as mudanças apontadas pela psicolinguista, produzida por educadores de vários países."Essa metodologia é estruturada em torno de princípios que organizam a prática do professor", explica Telma. O fato de a criança aprender a ler e escrever lendo e escrevendo, mesmo sem saber fazer isso, é um desses princípios. Nas escolas verdadeiramente construtivistas, os alunos se alfabetizam participando de práticas sociais de leitura e de escrita. A referência de texto para eles não é mais uma cartilha, com frases sem sentido.
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis,dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam,há uma criança que pensa" (Emília Ferreiro)Cremos oportuno lembrar que o construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo se refere ao processo de aprendizagem, que coloca o sujeito da aprendizagem como alguém que conhece e que o conhecimento é algo que se constrói pela ação deste sujeito. Nesse processo de aprendizagem o ambiente também exerce seu papel, pois, o sujeito que conhece faz parte de um determinado ambiente cultural.
Segundo Magda Soares*, a perspectiva construtivista trouxe importantes e diferentes contribuições para a alfabetização:
[...]Alterou profundamente a concepção do processo de construção da representação da língua escrita, pela criança, que deixa de ser considerada como dependente de estímulos externos para aprender o sistema de escrita, concepção presente nos métodos de alfabetização até então em uso, hoje designados tradicionais, e passa a sujeito ativo capaz de progressivamente (re)construir esse sistema de representação, interagindo com a língua escrita em seus usos e práticas sociais, isto é, interagindo com material para ler, não com material artificialmente produzido para aprender a ler; os chamados para a aprendizagem pré- requisitos da escrita, que caracterizam a criança pronta ou madura para ser alfabetizada - pressuposto dos métodos tradicionais de alfabetização - são negados por uma visão interacionista, que rejeita uma ordem hierárquica de habilidades, afirmando que a aprendizagem se dá por uma progressiva construção do conhecimento, na relação da criança com o objeto língua escrita; as dificuldades da criança no processo da construção do sistema de representação que é a língua escrita- consideradas deficiências ou disfunções, na perspectiva dos métodos tradicionais - passam a ser vistas como erros construtivos, resultado de constantes reestruturações

Fases de aquisição da escrita
1) Fase pré – silábica - sem valor sonoro
Ø Sabe que a escrita é uma forma de representação
Ø Pode lidar com letras ou não
Ø Não dá às letras valor sonoro
Ø Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler)
Ø Vai direto para o significado, sem passar para sonora
Ø Variação de letras – ALSI (elefante)
Ø Não tem fonema por fonema, nem sílaba por sílaba
Ø Quando escreve o nome acha mais importante a letra inicial
Ø Para essa criança tirando o som, qualquer letra serve.
Ø Ela relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto
2) FASE SILÁBICA – percebe relação de som com grafia
Ø Percebe relação de som com grafia.
Ø Cada sílaba ligada a uma letra.
Ex: CA VA LO
C V O
Ø Valor sonoro : - Convencional ( como no exemplo acima)
- Não convencional : Ex: CA VA LO
S A I
OBS : Cada letra um fonema - na nossa escrita
Nesta fase : cada sílaba – um fonema
Ø No auge desta fase, ela já faz a ligação com o valor sonoro convencional
Ø Tanto no quantitativo ( números de letras) , quanto no qualitativo (repetição
da mesma letra) .Aparecem problemas.
Ex: CA VA LO
A A O
= causa conflito
Ex: MA CA CO
A A O
3) Fase Silábica Alfabética
Ø Hipótese anterior não serve mais e ela começa a acrescentar letras
SAPATO TOMATE CAJU
2ª fase - S A O TOMTE C J
3ª fase SA TO TOMT CJUA
Ø Acha esta solução boa e passa a escrever na fase alfabética.
4) Fase AlfabÉtica
Ø Depende de ter o valor sonoro das letras
Ø Querer representar cada fonema
EX: Tomate , Formiga.
Orientações para elaborar uma prova diagnóstica
As palavras escolhidas para se testar a fase em que a criança está devem obedecer a critérios :
Ø Na lista, devem existir palavras : monossílabas, dissílabas, trissílabas polissílabas.
Ø A lista deve ser feita por tema. Ex: bicho, comida, etc.
Ø Ordem – começar com palavras que não sejam monossílabas.
Ø Não repetir muito aa, oo. Ex: Borboleta
Ø Ter um monossílabo ou dissílabo que represente alguma coisa forte, grande( ex: tigre) ; um tetrassílabo, que represente por exemplo um animal que seja frágil, pequeno ( ex: pernilongo, borrachudo)
Ø Começa –se pelo nome da criança.
Sugestão :
1- Paulo
2- Formiga
3- Borrachudo
4- Tigre
5- Cão
6- Camelo
7- Rinoceronte
8- Pulga
9- Rã
10- Mariposa
11- Coruja
12 – A formiga picou meu pé.
13 - O tigre fugiu.
A cada palavra que a criança escreve , pára, aponta com o dedo, lendo em
voz alta e a professora anota.
EX: C / V / L
ca va lo
1) Fase pré – silábica - sem valor sonoro
Ø Sabe que a escrita é uma forma de representação
Ø Pode lidar com letras ou não
Ø Não dá às letras valor sonoro
Ø Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler)
Ø Vai direto para o significado, sem passar para sonora
Ø Variação de letras – ALSI (elefante)
Ø Não tem fonema por fonema, nem sílaba por sílaba
Ø Quando escreve o nome acha mais importante a letra inicial
Ø Para essa criança tirando o som, qualquer letra serve.
Ø Ela relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto
2) FASE SILÁBICA – percebe relação de som com grafia
Ø Percebe relação de som com grafia.
Ø Cada sílaba ligada a uma letra.
Ex: CA VA LO
C V O
Ø Valor sonoro : - Convencional ( como no exemplo acima)
- Não convencional : Ex: CA VA LO
S A I
OBS : Cada letra um fonema - na nossa escrita
Nesta fase : cada sílaba – um fonema
Ø No auge desta fase, ela já faz a ligação com o valor sonoro convencional
Ø Tanto no quantitativo ( números de letras) , quanto no qualitativo (repetição
da mesma letra) .Aparecem problemas.
Ex: CA VA LO
A A O
= causa conflito
Ex: MA CA CO
A A O
3) Fase Silábica Alfabética
Ø Hipótese anterior não serve mais e ela começa a acrescentar letras
SAPATO TOMATE CAJU
2ª fase - S A O TOMTE C J
3ª fase SA TO TOMT CJUA
Ø Acha esta solução boa e passa a escrever na fase alfabética.
4) Fase AlfabÉtica
Ø Depende de ter o valor sonoro das letras
Ø Querer representar cada fonema
EX: Tomate , Formiga.
Orientações para elaborar uma prova diagnóstica
As palavras escolhidas para se testar a fase em que a criança está devem obedecer a critérios :
Ø Na lista, devem existir palavras : monossílabas, dissílabas, trissílabas polissílabas.
Ø A lista deve ser feita por tema. Ex: bicho, comida, etc.
Ø Ordem – começar com palavras que não sejam monossílabas.
Ø Não repetir muito aa, oo. Ex: Borboleta
Ø Ter um monossílabo ou dissílabo que represente alguma coisa forte, grande( ex: tigre) ; um tetrassílabo, que represente por exemplo um animal que seja frágil, pequeno ( ex: pernilongo, borrachudo)
Ø Começa –se pelo nome da criança.
Sugestão :
1- Paulo
2- Formiga
3- Borrachudo
4- Tigre
5- Cão
6- Camelo
7- Rinoceronte
8- Pulga
9- Rã
10- Mariposa
11- Coruja
12 – A formiga picou meu pé.
13 - O tigre fugiu.
A cada palavra que a criança escreve , pára, aponta com o dedo, lendo em
voz alta e a professora anota.
EX: C / V / L
ca va lo
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