Fazer um planejamento para classes com jovens com deficiência exige cuidados especiais. A primeira coisa é conhecer a criança e a família. Esse contato, além de ajudar a saber com quem você vai passar o ano, também orienta sobre os materiais específicos de que pode precisar em aula. Outra forma de conseguir essas informações é procurar o profissional que oferece atendimento especializado. "Essa troca é importante para o professor ter ideia das habilidades e competências com as quais está lidando", explica Daniela Alonso, consultora na área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. "Com isso, ele pode pensar em propostas colaborativas dentro de sala e aperfeiçoar seus métodos pedagógicos. Cada aluno tem necessidades próprias. Nenhuma deficiência é igual", diz. O que fazer, caso a caso...
Deficiência auditiva - A escola precisa providenciar um intérprete para os alunos que já dominam a libras e um educador disponível a ensinar a linguagem a professores e crianças - Fale sempre de frente, os alunos precisam enxergar seus lábios - Sempre que possível, utilize recursos visuais - Use gestos, pois facilitam a compreensão Deficiência visual - Solicite os materiais específicos, como os utensílios para escrever em braile e o soroban, audiolivros ou lupas e um profissional disposto a ensinar a escola a ler e escrever em braile. Também é fundamental garantir a acessibilidade em toda a escola, como sinalizações e comunicados traduzidos - Acrescente estímulos orais às explicações - Não mude os móveis de lugar com frequência para prevenir acidentes Deficiência física - Os materiais específicos podem ser pranchas ou presilhas para prender o papel na mesa, suportes para lápis e canetas e até computadores - Alargamento de portas, instalação de rampas e barras de apoio facilitam a mobilidade dos alunos Deficiência mental - Informe-se com a família e os profissionais que acompanham o estudante sobre as necessidades dele e os instrumentos adequados para a aprendizagem - Estimule habilidades sociais e interpessoais - Faça avaliações compatíveis com o potencial de cada um. As comparações entre alunos são sempre prejudiciais - Planeje metodologias de ensino com recursos diversificados e dê aos conteúdos um significado prático e instrumental
Deficiência auditiva - A escola precisa providenciar um intérprete para os alunos que já dominam a libras e um educador disponível a ensinar a linguagem a professores e crianças - Fale sempre de frente, os alunos precisam enxergar seus lábios - Sempre que possível, utilize recursos visuais - Use gestos, pois facilitam a compreensão Deficiência visual - Solicite os materiais específicos, como os utensílios para escrever em braile e o soroban, audiolivros ou lupas e um profissional disposto a ensinar a escola a ler e escrever em braile. Também é fundamental garantir a acessibilidade em toda a escola, como sinalizações e comunicados traduzidos - Acrescente estímulos orais às explicações - Não mude os móveis de lugar com frequência para prevenir acidentes Deficiência física - Os materiais específicos podem ser pranchas ou presilhas para prender o papel na mesa, suportes para lápis e canetas e até computadores - Alargamento de portas, instalação de rampas e barras de apoio facilitam a mobilidade dos alunos Deficiência mental - Informe-se com a família e os profissionais que acompanham o estudante sobre as necessidades dele e os instrumentos adequados para a aprendizagem - Estimule habilidades sociais e interpessoais - Faça avaliações compatíveis com o potencial de cada um. As comparações entre alunos são sempre prejudiciais - Planeje metodologias de ensino com recursos diversificados e dê aos conteúdos um significado prático e instrumental
Parabéns Miryan!
ResponderExcluirMuito bacana o seu blog! Tanto pela formatação quanto pelas postagens sobre educação especial.
Grande abraço!
Fábio